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Mostrando postagens com o rótulo PDFs

Os fenícios do prof. Chovenágua

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Leia o livro de Olavo de Medeiros Filho "Os fenícios do prof. Chovenágua" - Coleção Mossoroense - na Edição Especial ( PDF ) para o Projeto Acervo Virtual Oswaldo Lamartine de Faria. Acesse www.colecaomossoroense.org.br para ver todos os títulos disponíveis para download. Olavo de Medeiros Filho Nasceu a 13 de fevereiro de 1934 em Caicó, estado do Rio Grande do Norte, filho de Olavo Silva de Medeiros e Severina Dantas de Medeiros. Residiu desde os seis anos de idade em Natal, onde faleceu, de infarto, a 2 de julho de 2005, e onde havia exercido sua brilhante carreira do Banco do Brasil, de 1952 a 1982, quando se aposentou. Casou-se a 29 de setembro de 1952, com Maria Iria Nóbrega de Medeiros, caicoense, filha de Nilton Gorgônio da Nóbrega e Doralice de Brito Nóbrega, tendo cinco filhos. Pertenceu a inúmeras instituições: Academia Norte-riograndense de Letras; Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte- diretor; Soci...

A viagem de Roeloff Baro ao sertão do RN em 1647

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No período que vai de 1633 a 1654, o território da Capitania do Rio Grande esteve sob domínio holandês, gerenciado pela Companhia das Índias Ocidentais. A abundância de gado, açúcar, farinha e peixe, além da importância da costa atlântica do Rio Grande, certamente foram motivos que levaram à tomada desse território, dentro do plano mais geral de conquista das fontes produtoras do açúcar traçado pelos batavos. Esse período é visto, pela historiografia clássica norterriograndense, como um tempo de muita devastação, roubos, saques, mortes e violência. Ressaltemos, a propósito, a construção de uma figura tida como aterradora e sanguinária nessa historiografia, a de Jacob Rabe, um truculento orientado, nas palavras de Luís da Câmara Cascudo. No fim da década de 1640, todavia, os pilares que sustentavam a presença holandesa nos trópicos começam a apresentar sinais de fragilidade. Nesse cenário de convulsões e alvoroços aconteceram os conhecidos massacres de Cunhaú e Uruaçu, incitados sob o c...

Guia de plantas visitadas por abelhas na caatinga

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O “Guia de plantas da caatinga visitadas por abelhas” insere-se nos objetivos do Projeto “De Olho na Água” como parte das ações integradas e participativas, fundamentadas em pesquisas científicas e na aplicação de técnicas ecossustentáveis. A longo prazo, o manejo de abelhas nativas tem um propósito maior além da geração de renda suplementar que a produção de mel pode proporcionar. O ganho maior é a conservação da flora nativa, que tem nesses polinizadores um dos vetores mais importantes para a manutenção da qualidade dos ecossistemas e, consequentemente, da qualidade de vida de todas as espécies. Patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Ambiental, o Projeto “De Olho na Água” apresenta esse Guia como o resultado da articulação entre o saber científico e a prática sustentável dos recursos naturais. Daí sua importância num momento crucial em que a humanidade discute em fóruns internacionals a necessidade de um novo paradigma na relação do homem com a natureza. A escolha ...

Leitura Reflexiva da Viagem ao País dos Tapuias

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Leitura Reflexiva da Viagem ao País dos Tapuias de James Emanuel de Albuquerque Monografia de graduação apresentada ao Programa de Graduação em História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Bacharel em História. Este exemplar corresponde à redação final da monografia de bacharelado defendida e aprovada pela comissão julgadora em 2002. Este trabalho tem como objetivo produzir uma leitura reflexiva da “Viagem ao país dos tapuias”, documento gerado pela administração do Brasil Holandês (1647). A partir de procedimentos teóricos metodológicos relativos as possibilidades de análises críticas de textos históricos, procuramos abordar um dos processos históricos constitutivos das experiências indígenas no Brasil Colonial do século XVII. Um documento interessante que aponta para a necessidade da releitura de documentos coloniais que produza um “renovado retrato da participação das populações indígenas diante do avanço dos europeus”. Dow...

Biodiversidade da Caatinga

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Este PDF é uma caixinha de surpresas! Foi procurando documentos interessantes sobre a avifauna da Caatinga que encontrei esta coletânea de artigos e relatórios de seminarios sobre as aves assim como sobre os mamiferos da Caatinga, contendo muitas informações, anexos e listas relativos às áreas e ações prioritárias para a conservação da biodiversidade da Caatinga. O primeiro artigo é o resultado de uma pesquisa que analizou a presença da avifauna da Caatinga nos estudos e relatorios feitos a partir do descobrimento do Brasil pelos europeus. Enfim, estragando um pouco a surpresa, vou elencar abaixo os trabalhos presentes neste PDF: - As aves da Caatinga - uma análise histórica do conhecimento de José Fernando Pacheco Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos - Aves: áreas e ações prioritárias para a conservação da Caatinga Coordenação de José Fernando Pacheco - Diversidade de mamíferos e o estabelecimento de áreas prioritárias para a conservação do bioma Caatinga de João Alves de Oliv...

Ecologia e Conservação da Caatinga

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Para falar da Caatinga antes de mais nada há que se despir de alguns preconceitos, principalmente daqueles relacionados aos aspectos da pobreza paisagística e da biodiversidade, características adotadas por quem desconhece a riqueza e importância da “Mata Branca”. O desafio proposto pelos autores desta obra é mais um esforço no sentido de agregar contribuições tanto dos cidadãos comuns como de cientistas e estudiosos que, de uma forma ou de outra, primeiro analisam a Caatinga com os olhos do coração, para, num segundo momento, conhecer os seus segredos com os olhos da razão. Embora a diversidade de plantas e animais em ambientes áridos e semi-áridos seja menor que nas luxuriantes florestas tropicais, os desertos apresentam plantas e animais adaptados a suas condições extremas, o que os torna ambientes com alta taxa de endemismos de fauna e flora. No Brasil, não existem desertos, mas uma região semi-árida, com características e espécies únicas. A Caatinga é o único bioma restrito ao ter...

Vassalos indígenas

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Vassalos indígenas de Francismar de Carvalho* Nas últimas décadas do século XVIII, espanhóis e portugueses aceleraram o processo de conquista da porção central da América do Sul, instalando fortes militares e incentivando o avanço dos estancieiros sobre os territórios. Em meio às contendas pela demarcação das fronteiras coloniais, colocava-se o problema de como incorporar as populações indígenas que ali viviam e dispor de mão-de-obra para as atividades econômicas em expansão. O presente trabalho analisa os padrões de estratégias que espanhóis e portugueses utilizaram para atrair a colaboração de caciques, reduzir os povos indígenas em aldeamentos e manter sobre eles uma estrutura de poder que propiciasse o fornecimento regular de mão-de-obra. Os “tratados de paz” firmados entre colonizadores e lideranças indígenas são documentos decisivos desse processo, dispositivos de dominação empregados tanto por espanhóis como por portugueses. Leia o artigo integral clicando aqui *Doutor em Histór...

Mulheres canibais

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Ao partir de imagens pictóricas européias sobre o canibalismo, este artigo do prof. Raminelli publicado na Revista USP mostra como essas passaram a ser incorporadas aos relatos de viajantes. Fixando-se em um primeiro momento nos ameríndios figurados por Albert ECkhout procura indagar qual seria a razão para esse pintor representar uma alegoria bélica e indícios de antropofagia juntos a uma mulher. Analisando também as imagens pictóricas sobre as mulheres índias representadas por Theodor de Bry, Ronald Raminelli conclui que a recorrência das mulheres nos festins canibais de De Bry constitui uma forma de materialização discursiva de uma visão do mundo. Download do artigo de Ronald Raminelli* clicando aqui *Professor da Universidade Federal Fluminense e Doutor em História pela USP

Patrimônio cultural e questão étnica no Rio Grande do Norte

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Se o sertão do Rio Grande do Norte foi o cenário de uma importante resistência indígena da história colonial brasileira, encontramos, hoje raros grupos que se reivindicam como índios (Cascudo 1985; Lopes 1999; Puntoni 2002). Esse paradoxo é explicado, em parte, pela forma como foi escrita a historiografia local e pela ausência de estudos especializados na região. O mesmo acontece com os descendentes dos escravos trazidos da África desde o século XVII. Apesar da falta de uma síntese histórica geral e de dados empíricos completos, podemos pensar que as populações indígenas e afro-descendentes que povoaram a região foram bastante numerosas. O estudo dos grupos etnicamente diferenciados parece uma via fecunda a partir do momento em que, explicitando as mudanças ao longo do tempo, se recupera a versão da história contada pelos membros dos grupos e a análises de suas representações; registros narrativos de uma memória que foi preservada ao longo dos séculos de dominação. Assim, pensamos que ...

Indígenas do Rio Grande do Norte: uma longa história de resistência

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por Jussara Galhardo Aguirres Guerra* Durante parte dos séculos XVII e XVIII aconteceu no RN, uma das maiores resistências indígenas do país que recebeu o nome de “Guerra dos Bárbaros”, ou Guerra do Açu, por ter sido o seu epicentro a região do Açu e que depois se expandiu por vários estados do nordeste. Por mais de quarenta anos, diversas lideranças indígenas lutaram pela terra, investindo contra o avanço colonial. Seus heróis anônimos: Janduí, Canindé, Antônio Paraupaba, Pedro Poti entre outros, não são lembrados, nem agraciados em sua bravura pelos livros de história. Os “negros da terra” (denominação utilizada pelos lusitanos para se referirem aos nativos aqui encontrados) passaram por um longo processo de miscigenação que fora imposto pelo rei de Portugal como forma estratégica de desocupação da terra e de limpeza étnica. A concepção era a de que não sendo mais “índios puros”, não tinham mais direitos às terras originais, sendo estas colocadas à disposição do projeto de expansão ...

Relações de poder e violencia na Paraiba setecentista

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DENÚNCIAS E VISITAÇÕES AO TERRITÓRIO MÍTICO DA JUREMA: RELAÇÕES DE PODER E VIOLÊNCIA ENTRE REPRESENTANTES INQUISITORIAIS E LÍDERES RELIGIOSOS TARAIRIÚ NA PARAHYBA SETECENTISTA O uso da Jurema como alucinógeno e parte do ritual dos indígenas Tarairiú: Xukuru e Kanidé foi interpretado pelo padre visitador, vinculado ao Bispado de Pernambuco, como a permanência das influências diabólicas nos espaços do sertão da capitania da Parayba e, especialmente, no Aldeamento de Boa Vista sob os cuidados dos Carmelitas Descalços. Os visitadores e os vassalos de El Rei não só afirmaram que o “diabo” estava impresso nos corpos dos Xukurú e Kanidé, mas também permanecia nas suas práticas culturais, capaz de ter desencaminhado os religiosos carmelitas que passaram a adotar as crenças ameríndias e utilizar suas ervas medicinais, provocando críticas e denúncias de membros da Igreja e da Administração Colonial. Diante do exposto, esta comunicação objetiva apresentar os resultados da pesquisa em que se probl...

Plantas do Sertão: uma Viagem pela Geografia Botânica e pela História do Seridó, RN

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Este ensaio de Helder Alexandre Medeiros de Macedo, Professor do Departamento de História e Geografia da Universidade Federal do RN, analisa a presença das plantas no processo histórico de construção do Seridó, região sertaneja do Rio Grande do Norte, a partir de fontes manuscritas e da literatura regional, apontando caminhos para se pensar a conservação da vegetação nos dias atuais. Ao ler este ensaio, deixe-se levar pelos caminhos cheios de cipós e urtigas, ladeados pelas flores de mulungus e perfumados com a fragância da flor de pereiro para perceber os diversos relacionamentos que o homem vem mantendo com a flora regional nesses últimos quatrocentos anos, apropriando-se também da cultura e do gosto nativo pelas plantas. Download do pdf: Plantas do Sertão

Os índios do Brasil holandês nas telas de A. Eckhout

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> Em sua estadia no Brasil, na primeira metade do século XVII o artista Albert Eckhout da corte de Maurício de Nassau pintou, entre outras obras, um grupo de oito telas de grandes dimensões sobre casais de homens e mulheres, representando a primeira tipologia pictórica sobre os habitantes do Brasil: Homem Negro, Mulher Negra, Homem Mulato, Mulher Mameluca, Homem Tupi, Mulher Tupi, Homem Tapuia e Mulher Tapuia. Aqui interessam apenas os dois últimos casais de Tupis e Tapuias. Sobre o holandês Albert Eckhout ressalta Clarival do Prado Valladares ...Pintor e desenhista de gênero (tipos e costumes), animalista, naturalista, documentador e paisagista de excepcional domínio do desenho do modelo vivo e de inquestionável linguagem estilística individual ainda mesmo em face da limitação, da dificuldade de sua pintura de caráter realista, excessivamente verista, totalmente implicada na descrição da natureza exótica, que era o novo mundo... Os óleos da Mulher Tupi, Homem Tapuia e Mulher Tapuia...

Na Pista dos Grandes Caçadores do Nordeste

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As pesquisas arqueológicas no Nordeste do Brasil, na última década, proporcionaram uma radical mudança no enfoque do povoamento pré-histórico da região. Não só surgem, cada vez mais, as evidências de que a presença humana nesses quadrantes é antiga de dezenas de milhares de anos, como igualmente antiga é sua interiorização continental, como plenamente demonstrada pelas evidências esclarecedoras de São Raimundo Nonato, no Piauí. Se a mudança, de um lado, enevoa antigas ilações científicas, de outro, abre novas perspectivas no re-estudo dos resultados de trabalhos arqueológicos acumulados ao correr dos anos, quando refletido contra esta nova realidade. Tendo como guia a aceitação da presença do homem no Piauí desde cerca de 47.000 anos atrás, é compreensível que se aceite, portanto, a necessidade, não só da revisão bibliográfica, mas do reexame das descobertas e teorias arqueológicas anteriores em relação aos elementos nos quais foram baseados os raciocínios, sendo, no caso desse trabalh...