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Mostrando postagens de agosto, 2017

O Rio dos Cavalos

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Contudo a motocicleta de pequena cilindrada, como já comentei em algum meu relato, venha substituindo maciçamente, no Vale do Assu, o uso do cavalo e do jumento, como meios de transporte, carga etc, reparei que na região da Várzea¹, pelas suas características morfológicas, o cavalo continue sendo muito utilizado pelos moradores locais. Não por nada, um dos braços principais do rio Assu, ao banhar as ribeiras do município de Carnaubais/RN, é conhecido localmente como Rio dos Cavalos². Nesta foto, um grupo de cavaleiros vadeia o rio nas proximidades da ponte que leva à cidade. ¹ Planície de inundação, ou várzea, é toda a região à margem de um curso d'água que fica inundada durante as cheias. São áreas muito propícias à agricultura devido à fertilidade do solo. Tais áreas se desenvolvem sobre a calha de um vale preenchido por solo aluvionar, sobre o qual os meandros serpenteiam devido à baixa declividade do curso do rio, o qual, em épocas de cheia, extravasa sua ...

Recomendação #4 Botas para trilhas em acampamento

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Em acampamento selvagem, no sertão do Nordeste brasileiro, use sempre um bom par de botas para trilhas e tire-as só para ir tomar banho e dormir. A natureza da Caatinga, composta por muitas plantas xerófilas, é um tanto hostil e devemos precaver-nos contra todo espinho e outras asperidades sertanejas, que possam ferir nossos pés. À noite, nunca ande descalço. Quando for a hora de deitar para dormir, guarde suas botas num local apropriado, longe de formigueiros, cupinzeiros, montículos de folhas e outros restos vegetais etc. Feche a boca delas com suas meias para não facilitar a entrada de algum animal curioso, como sapos, pequenas cobras, aranhas, escorpiões, entre outros, que aproveitam das horas noturnas para agir e não dormir. As Aranhas Marrom  (Loxosceles), conhecidas como brown spider, ou também banana spider, no Exterior, que são umas das poucas aranhas realmente perigosas no Brasil, adoram ficar nos sapatos. Assim, lembre-se sempre de sacudir bem seus sapatos antes...

Novo recorde no "Km Lançado"

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O "km lançado" é uma prova especial em bicicleta, que faço toda vez que vou à rua, se não tiver vento contrario. Com vento contrario, a bicicleta não pega uma boa velocidade e a brincadeira acaba. Saindo do Sítio Araras pela pista de terra, quando chegar bem no alto do morro, começa a estrada de asfalto. Por razões que desconheço, a última porção dessa estrada não foi nunca mais asfaltada nos anos que se passaram desde cheguei por aqui. Da inserção da pista de terra até a capelinha na beira da estrada do finado Antonio Vicente, que faleceu no local, tem um quilômetro exato de descida. A finalidade é percorrer todo o percurso do "km lançado" sem pedalar, sem frear e esquivando o maior numero de buracos, abundantemente espalhados no meio do caminho. Existe um percurso ideal, mas é muito fácil sair dele e partir para uma das inúmeras variantes. Em condições favoráveis, fazendo um percurso limpo e obtendo uma boa velocidade, ao chegar no fundo da des...

Expedições e trilhas Igaruana no WikiLoc

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Em Março de 2013, começamos a publicar os itinerários de nossas expedições e trilhas em canoa, bicicleta e a pé no website WikiLoc.Org [click no link], onde quem quiser pode compartilhar e divulgar suas trilhas preferidas.  Desde então, publicamos dezenas de itinerários das nossas aventuras, cheios de detalhes e informações úteis, para quem queira se aventurar nos mesmos percursos. Confira na nossa página todas as trilhas publicadas e parta à aventura você também!

Boletim pluviométrico do mês de Julho de 2017

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Boletim pluviométrico do mês de Julho de 2017, relativo a estação particular da Base IGARUANA, sediada no Sítio Araras, município de Itajá/RN, no Vale do Assu. 01 ........................ 4,0 mm/m² 11 ........................ 2,0 mm/m² 20 ...................... 72,0 mm/m² 21 ........................ 1,0 mm/m² 22 ........................ 2,0 mm/m² Total do mês .... 81,0 mm/m² Histórico: Julho de 2016: 0,0 mm/m² Julho de 2017: 81,0 mm/m² Choveu bem em julho, considerando que, no mesmo mês em 2016, não caiu nem uma gota de água do céu. A chuvarada do dia 20, que fez registrar 72,0 mm/m² no pluviômetro, foi a segunda maior chuva do ano no Sítio Araras. Que coisa, hein !? [foto de Jack d'Emilia]