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Mostrando postagens de dezembro, 2012

A primeira expediçao de 2013

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Os indígenas do Rio Grande do Norte

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OS INDÍGENAS DO RIO GRANDE DO NORTE  Walner Barros Spencer  Pouco se sabe sobre a origem dos índios que dominavam este território quando da chegada dos europeus. Pode-se dizer que a faixa litorânea era ocupada por índios agricultores, do grupo lingüístico Tupi. Chegaram à região entre os anos 500 e 1000 de nossa era. Os índios encontrados pela frota de Cabral, na Bahia, eram dessa etnia. Eram sedentários, bem organizados socialmente, bons canoeiros e antropófagos, isto é, comiam carne humana, de maneira ritualística. Orgulhosos, bons guerreiros, hábeis no arco e na flecha, bem como no uso da borduna, um tacape de madeira dura. Expulsaram os índios tapuias para o interior. Seu principal plantio era o da mandioca, com a qual produziam farinha. Sua cerâmica tinha influências da cultura marajoara, da Amazônia. Os índios potiguares, que eram Tupi, dominavam toda a costa litorânea do Estado e grande parte do litoral cearense. Possuíam grandes aldeias, como a de Igapó, a de...

Jucurutu

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Jurucutu  Rio Grande do Norte - RN Histórico   Os índios da tribo Jucurutu, supostamente descendentes das tribos Canindés e Janduís, foram os primeiros habitantes da região. A povoação chamada Saco dos Jucurutus surgiu a partir dos aldeamentos desses nativos e da construção de uma capela construída por Antônio Batista dos Santos em homenagem a São Sebastião. Devido a existência de uma propriedade rural de grande importância na região, a Fazenda São Miguel, a povoação passou a ser conhecida como São Miguel de Jucurutu e o pequeno povoado foi se desenvolvendo gradativamente. Em relatório escrito ao Governador Pedro Velho em junho de 1894, Alberto Maranhão informou que o povoado de São Miguel de Jucurutu, localizado à margem do rio Piranhas, tinha uma igreja, um cemitério, cerca de trinta residências particulares e escola pública para moradores do sexo masculino. Em 11 de outubro de 1935, pela Lei número 932, São Miguel de Jucurutu teve suas terras desmembradas de Cam...

Os Fenícios no Rio Grande do Norte # 2

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SCHWENNHAGEN, Ludovico   As Inscrições da Pedra Lavrada  e as riquezas minerais da Serra da Coruja  Minha primeira viagem de estudos, pelo interior do Rio Grande do Norte, limitou-se a seis municípios do Sudeste do Estado. A tarefa principal foi verificar a afamada inscrição de Pedra Lavrada e indagar o significado desse documento petroglífico, em relação com as riquezas mineiras do subsolo daquela região. Um engenheiro brasileiro descobriu a inscrição, há 50 anos, na margem dum rio, saindo da Serra de Borborema, no limite entre Paraíba e Rio Grande do Norte. Ele copiou o texto e apresentou uma cópia ao imperador dom Pedro II, com essa vaga indicação do lugar da sua existência. Naquele tempo não existia ainda nenhuma das vilas e cidade daquela região, e ninguém ainda falava em estradas de rodagem, para percorrer o árido serto do Nordeste. No Rio de Janeiro, a cópia da inscrição ficou fotografada e publicada, e nos meios intelectuais levantou-se uma extensa disc...

Os Fenícios no Rio Grande do Norte # 1

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SCHWENNAGEN, Ludovico O Primeiro Descobrimento do Brasil em 1.100 a.C. Em 950 a.C. entraram os Fenícios numa aliança com os povos tupis, que moravam nas Antilhas e no país Caraíbia, hoje afundado no Mar Caraíbico. Durante 50 anos emigraram os Tupis, que eram um ramo dos povos cários e pertenciam à raça branca atlanto-européia em navios fenícios, para o Norte e Nordeste do Brasil. Em 850 a.C. proibiu o Senado de Cartago a emigração para a "grande ilha do Oceano", receiando a despovoação completa do território cartaginês. Esse fato prova que naquele tempo o estado econômico do Brasil era tão próspero que esse país atraiu muitos imigrantes. Com o auxílio dos Tupis e aproveitando os indígenas tapuios como trabalhadores, os Fenícios e os engenheiros egípcios por ele contratados, iniciaram trabalhos extraordinários, no interior do Brasil como indicam as inscrições, feitas em letras fenícias e egípcias, ficou estabelecida a estação marítima central perto do Cabo S. Roque, n...

A Jurema

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A Jurema é hoje o que a muito já havia sido, não só a descrição de uma planta; mas também uma seita, religião, por vezes divindade ou até mesmo uma simples bebida.Os antigos e primeiros usuários dessa planta posso apontar com precisão até porque hoje, ela predomina em 3 regiões com sobrevivendo em 3 tipos de clima diferentes, árido, semi-árido e tropical. É certo que um dos primeiros usuários foram os indivíduos da cultura maia e também os africanos do oeste, hoje esta planta tem fama em 2 regiões do Brasil, como um culto que vinha sendo feito pós-cultura maia, pois os índios da região peruana trouxeram o culto de tribo em tribo, para tribos na Amazônia, mas como todos sabem é muito difícil um índio introduzir algo ou subtrair algo de sua cultura, prova disso é a colonização do Brasil pelos portugueses, sendo assim, o uso da jurema não foi dissipado exclusivamente pelas tribos peruanas no Brasil, mas por outras tribos no nordeste que já faziam uso da planta como "medicamento da...

Os fenícios do prof. Chovenágua

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Leia o livro de Olavo de Medeiros Filho "Os fenícios do prof. Chovenágua" - Coleção Mossoroense - na Edição Especial ( PDF ) para o Projeto Acervo Virtual Oswaldo Lamartine de Faria. Acesse www.colecaomossoroense.org.br para ver todos os títulos disponíveis para download. Olavo de Medeiros Filho Nasceu a 13 de fevereiro de 1934 em Caicó, estado do Rio Grande do Norte, filho de Olavo Silva de Medeiros e Severina Dantas de Medeiros. Residiu desde os seis anos de idade em Natal, onde faleceu, de infarto, a 2 de julho de 2005, e onde havia exercido sua brilhante carreira do Banco do Brasil, de 1952 a 1982, quando se aposentou. Casou-se a 29 de setembro de 1952, com Maria Iria Nóbrega de Medeiros, caicoense, filha de Nilton Gorgônio da Nóbrega e Doralice de Brito Nóbrega, tendo cinco filhos. Pertenceu a inúmeras instituições: Academia Norte-riograndense de Letras; Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte- diretor; Soci...

Aventuras na Natureza em canoa canadense

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