Pensando em contribuir para mudanças nesta realidade, um projeto que
nasceu em 2013 no Departamento de Ecologia da UFRN tem buscado
identificar e mapear as espécies de mamíferos silvestres que resistem na Caatinga do Rio Grande do Norte.
Ao longo de seis anos, o grupo publicou trabalhos científicos e realizou ações de divulgação dando destaque para animais como veados-catingueiros, gatos-do-mato de várias espécies, raposas, guaxinins, tamanduás e até mesmo onças-pardas.
O estudo "Mamíferos de médio e grande porte da caatinga do Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil", realizado por pesquisadores do Departamento de Ecologia da UFRN, foi publicado recentemente em uma revista científica Argentina.
Leia o articulo completo em PDF: https://www.sarem.org.ar/wp-content/uploads/2019/01/SAREM_MastNeotrop_25-2_08_Marinho.pdf
Ao longo de seis anos, o grupo publicou trabalhos científicos e realizou ações de divulgação dando destaque para animais como veados-catingueiros, gatos-do-mato de várias espécies, raposas, guaxinins, tamanduás e até mesmo onças-pardas.
O estudo "Mamíferos de médio e grande porte da caatinga do Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil", realizado por pesquisadores do Departamento de Ecologia da UFRN, foi publicado recentemente em uma revista científica Argentina.
Leia o articulo completo em PDF: https://www.sarem.org.ar/wp-content/uploads/2019/01/SAREM_MastNeotrop_25-2_08_Marinho.pdf
No interior do RN, existem ainda exemplares de muitos animais considerados já ausentes na região.
A questão é que, por causa da caça predatória existente, os animais são dizimados cotidianamente e precisam viver se escondendo de tudo e todos.
Vale a pena salientar que, culturalmente, o homem do sertão é caçador e pescador, exercendo em muitos casos essas atividades para prover proteína animal à alimentação familiar.
É esse macaco-prego (Sapajus libidinosus) que aparece no trabalho de pesquisa, o tal macaco que a gente avista de vez em quando em nossas aventuras em canoa no Vale do Assu.
A questão é que, por causa da caça predatória existente, os animais são dizimados cotidianamente e precisam viver se escondendo de tudo e todos.
Vale a pena salientar que, culturalmente, o homem do sertão é caçador e pescador, exercendo em muitos casos essas atividades para prover proteína animal à alimentação familiar.
É esse macaco-prego (Sapajus libidinosus) que aparece no trabalho de pesquisa, o tal macaco que a gente avista de vez em quando em nossas aventuras em canoa no Vale do Assu.

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